Eu compro logo sei que existo: as bases metafísicas do consumo moderno Colin Campbell
domingo, 8 de junho de 2014
SENTIMENTO DE SER BRASILEIRO
Boa noite queridos leitores,
Hoje, em homenagem a copa do mundo, quero falar um pouco do sentimento de ser brasileiro. E ai, passando um dia com meus pais, resolvemos ir na Ilha das Caieiras, aqui em Vitória Espírito Santo. Um lugar fascinante, no período da copa do mundo então, acho que tem muito a ver, com nós, com eu e com você, de sermos, não importa quanto tempo passe, onde estivermos, nessa época em questão, somos brasileiros, até que a copa acabe, vivemos cada segundo, a festa, a grande festa.
E não me venha com essa que somos patriotas somente nesse junção com o futebol, pois, estou para ti falar, apesar de não poder provar, mas me recordando a copa de 70, que o Brasil foi tricampeão, pela primeira vez, naquele ano, uma seleção ganha 3 vezes, a mesma copa do mundo e era pela primeira vez, televisionado via satélite, para todos. Assim, não é difícil imaginar porque o Brasil ficou tão conhecido, pelo futebol, mas com uma forcinha da mídia é verdade.
Dessa forma, mesmo que alguns não goste, as vezes até eu ja me coloquei nessas situações, por exemplo: Somos brasileiros somente nessa época? Acho que essa pergunta, depois de eu refletir um pouco mais e analisar a história, a história que o Brasil conseguiu fazer, para nós brasileiros, dentro do futebol, acho que essa pergunta é muito pequena tendo em vista, a questão cultural que floresceu no nosso país, por causa de uma bola.
É claro, que não estou falando somente de bola, estou falando de pessoas, brancas, negras, pardas, índios, japonesas, não importa a cor, futebol no nosso país é alegria, é garra, é vontade, é força, união, abraços, é vida e vida boa, vida com paz.
Ir para periferias como a Ilha das Caieiras em vitória, e notar a felicidade das pessoas naquele bairro, por causa de um verde e amarelo nas ruas, por causa de um clima, um ambiente que só o futebol sabe fazer, mas vale a ressalva, só o futebol brasileiro, pois, sermos brasileiro, é ter gosto de vitória, na boca, é sentir o arrepio na hora de tocar o hino, para ver a seleção jogar, é sermos iguais, pelo incrível que pareça, na minha opinião, em tempos modernos, por um tempo até grande.
Tantas diferenças, vivenciamos no nosso mundo globalizado, no entanto, na copa do mundo, ela parece mudar, ela parece se transformar junto com a copa, é uma coisa que ninguém sabe explicar, todos os brasileiros, seja, seus pais, avós, assistem a seleção canarinho jogar, aliás, canarinho que fatalmente nos lembra o pássaro, amarelo que raramente vemos nas cidades, mas que podemos, por um instante, sentir a sua presença, nos corpos dos mestre das bolas, pela nossa seleção brasileira.
domingo, 1 de junho de 2014
"PRECISAMOS É DE UMA REVOLUÇÃO POPULAR"
Boa tarde leitores,
Eu estava dentro de um ônibus, indo para casa da minha namorada, quando aparece dois músicos, um com pandeiro e outro com o violão, tocando músicas de Alceu Valença "tropicana" e uma de autoria deles mesmos.
Eu fiquei parado ouvindo atentamente, apesar de não ser músico, aprecio pessoas que sabem tocar, cantar, principalmente quando usufruem sabiamente e claro, com muito trabalho, alegria, difundindo nossa cultura popular, que não é nada mais nada menos que as histórias e o cotidiano do nosso Brasil.
O nome da Banda é "Homem Lunar" formado por Cleber Cajueiro e Helder Mello, eles disseram da página deles do face, quando terminaram de cantar, caso você leitor tenha interesse de conhecê-los, está aqui o site deles http://tnb.art.br/rede/homemlunar.
E fico impressionado e por isso que estou escrevendo esse artigo, pensando, como esses caras não poderiam ajudar nossa cidade, diminuindo a violência, ensinando músicas para nós capixabas.
È inacreditável, como não aparece um governador falando com profissionais desse nível, se não querem trabalhar pelo estado do Espírito Santo ou se não em Vitória mesmo, com tanta falta de cultura popular que nós temos, tendo ai um teatro Glória, "teatro privado de tantas alegrias que poderia nos dar se estivesse pelo menos funcionando."
Sinceramente, profissionais assim, poderiam estar ai em praças pela cidade de Vitória, ensinando de músicas, falando sobre músicas populares, tendo em vista que nós brasileiros pouco sabemos de nossas músicas brasileiras, mesmo porque o tamanho que tem nosso país, nem se a gente quiser, daríamos conta disso tudo.
Assim sendo, sou a favor de uma revolução popular, de músicas, de capoeira, de culinária, de regionalidade, de cultura, de conhecimento, de história, de turismo, de preconceito, de direitos humanos, de sensibilidade, de leitura.
Na verdade, acho que poderíamos até ampliar o nome de "revolução popular" para "revolução da cultura espírito santense" para não dar essa idéia que geralmente temos que popular é para pobre, sendo que tem tanto rico ai precisando ouvir as músicas populares, conhecer e passar a ser mais humano entendendo a diversidade que nós temos na nossa sociedade.
Bom, em suma, queria somente chamar a atenção, de que pouco que fazemos já será muito, como esses músicos, que levam as músicas brasileiras para um ambiente normalmente estressado como são os nossos transportes público e que para mudar precisamos é de atitude, de querer conhecer o outro, de buscar acreditando em si mesmo.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
FEIRA LITERÁRIA CAPIXABA
Boa tarde leitores,
É com maior prazer que o blog "Metafísica do Consumo - das Crianças" traz a vocês a experiência da "Feira Literária" realizada na praça do Papa aqui em Vitória Espírito Santo.
Bom o evento estava com bastante livro e livros capixabas, mas tinha também outras coisas como o instrumento de música kazaka, que vale lembrar, é patrimônio cultural capixaba.
Encontramos também, artistas, como o pintor Thiago Silva e seu pai, escultor, ambos artistas feras do nosso estado, Thiago, meu xará, disse que é louco pelo que faz, realmente é bom ouvir isso de um legítimo capixaba e saber que a nossa cultura, nossas artes, nossas belezas artesanais, elas não acabaram, basta sim, é acreditar em você, no que gosta, Thiago Silva, hoje vende quadros de R$ 1500,00 reais aproximadamente, telas bem grandes, desenhos bem futuristas, muito legal, vocês devem encontrar o facebook deles se procurarem ou no google.
Assim, não posso deixar de contar o "chorinho" que teve na parte da tarde, no domingo, músicos muito bom, realmente você tomar um café, com pão de queijo e ouvir músicas como aquela que foi tocada no evento, nossa, estava de parabéns.
Agora, eu queria dizer uma coisa, particularmente, depois de vários elogios, vem é claro, a crítica construtiva, achei o evento muito bom, mas acho que nós capixabas, se juntarmos todos, todas as grandes empresas, Livraria Saraiva, Banco Bradesco, Banco do Brasil, tínhamos condições de fazer um evento maior ainda, com mais atrações, não reclamo do evento não, estava muito bom, mas acho que podemos ampliar, todas as coisas boas que tinha durante os quatro dias de feira.
Já ia me esquecendo, tinha também uma artista, que faz tudo com origami, marcadores de páginas com origami, aliás, uma arte muito legal também é a arte do origami, bom galera, acho que é só isso, tendo mais novidades eu coloco para vocês, grande abraço!
segunda-feira, 12 de maio de 2014
ANÁLISE CRÍTICA DA PROPAGANDA MASTERCARD COPA DO MUNDO 2014 / WWW.YOUTUBE.COM
Boa dia leitores,
Utilizei a propaganda da "Mastercard Todos Juntos Vamos" para servir de exemplo como as empresas utilizam de todo o seu poder, isto é, simbólico, manipulador e principalmente ideológico levando ao consumidor a onde elas quiserem, graças a propaganda, como eficaz modelo de mudança de realidade em tempo recorde.
Não é de hoje que faço crítica sobre essa forma que o mercado já instaurou desde a "revolução comercial" acontecida na década de 1960 com o advento do primeiro hipermercado Carrefour.
Digo isso pois, vocês devem até concordar comigo, até outro dia, a propaganda da Mastercard não era? um exemplo; "ajudar uma criança com câncer não tem preço, mas para todas as outras coisas, existe mastercard."
No entanto, essa propaganda não mostrou essa frase mas sim, só terminou com "não tem preço." A minha crítica então é exatamente sobre isso, essa liberdade infindável das empresas.
E o que me preocupa, dentro de uma sociedade que como diria Frei Betto e Cortella na obra "Diálogo Sobre a Esperança" se antigamente as pessoas tinham medo da morte, hoje elas tem medo de viver.
As pessoas, cada vez mais, não sabem conviver em sociedade, tem-se muita dificuldade de escutar os outros e esses autores que citei irão dizer que, graças a mudança de realidade dada a modelos tecnológico como televisão, celulares, acabaram nos deixando sem capacidade de reação e mobilização a políticas neoliberalistas da nossa época.
O que também pode ser observado nessa obra brilhante deles "Diálogo Sobre a Esperança" é que todas as dificuldades dessa nova geração, todo mundo gosta de colocar a culpa nas escolas, mas como vocês podem ver, a culpa não é somente das escolas, a culpa é também e devemos está bem claro isso do Mastercard, maior multinacional em cartões, utiliza de toda má fé, para obter o seu lucro.
Infelizmente, o que realmente está faltando na nossa geração é a ética, mas como Frei Betto mesmo diz, com sua analogia do queijo com os buracos feito pelos ratos, enquanto nós, digo a geração nova, não tapar os buracos, feitos pelos primeiros corruptos, das gerações antigas, viveremos assim, dia após dia, ano após ano, procurando mais ratos.
sábado, 10 de maio de 2014
PEQUENO DOCUMENTÁRIO SOBRE PAULO FREIRE / WWW.YOUTUBE.COM
Boa noite Leitores,
Vejam esse belo vídeo, desse velhinho que sabia como ninguém!
sexta-feira, 9 de maio de 2014
EXPLICANDO A OBRA "PEDAGOGIA DA AUTONOMIA"
Bom dia leitores,
Estou aqui, pela manhã, feliz, feliz em fazer um pequeno comentário tendo em vista essa obra tão grandiosa de Paulo Freire, que é a "Pedagogia da Autonomia."
Até então eu conhecia Paulo Freire só de ouvido, ouvi muitos falarem de Paulo Freire, inclusive pessoas, que tinham tanta admiração por ele, mas sequer, pelo incrível que pareça, tinham lido alguma obra desse majestoso que foi o professor Paulo Freire.
Paulo Freire, diga-se de passagem, dispensa comentário, a sua metodologia, a sua carreira, toda a sua vida dedicada a educação brasileira, já falaria por si só.
Mas Paulo Freire, nunca se acomodou, não gostava dos fatalismos, como ele mesmo diz, Freire foi secretário de educação do estado de São Paulo, foi quem implementou os computadores as escolas públicas do estado de São Paulo, uma cidade que das dez maiores cidades do planeta, São Paulo foi a única fundada numa escola, todas as outras, fora fundada numa guerra, certamente, Paulo Freire fez sua contribuição lá, na época em que foi secretário.
Assim sendo, o que também me impressionou foi a forma que construiu o seu método, a pedagogia para os pobres, Paulo Freire, com uma sensibilidade que de fato, não sei como ele possuía, pois era muito inteligente, talvez seja a forma de vida daquela época, ou não, talvez seja a sua aptidão mesmo, a sua devoção a ser professor, que fez, crescer tanto, em termos de inteligência, mas Paulo Freire, não demonstrava a sua grandeza, Paulo Freire sabia se comportar, como diz um dos alunos brilhantes dele, Mário Sérgio Cortela: "Paulo Freire era tão grande, que ele sabia que era pequeno para poder crescer, gente grande de verdade sabe que é pequeno e por isso cresce, gente pequena, acha que é grande e o único modo de ela crescer é diminuindo outra pessoa."
Diminuir alias era uma coisa que Paulo não admitia em fazer com ninguém, quando Paulo Freire, fala do seu método em "Pedagogia da Autonomia" ele nos faz ter um outro ponto de vista aos pobres, o que estou querendo dizer é que na verdade, Paulo Freire, sabe que os pobres sabem, mas nem todo mundo tem essa sensibilidade para entender. Freire então propõe porque não os professores, quando vão dar suas aulas, tentar dar a matéria e lidando assim com as vivências dos alunos a sua matéria, pois numa aula de sociologia, certamente eles conhecem tanto a realidade, que neste caso é o professor, que terá que aprender.
E nesse contexto que Paulo faz, para mim, um brilhante trabalho e claro uma das maiores carreiras de professor já realizada no Brasil e quiçá no mundo.
Termino o meu texto, fechando meu discurso, com uma citação belíssima de Paulo Freire, o autor comenta sobre a dificuldade que o ser humano tem de ouvir o outro, de conhecer o outro, saber suas dificuldades, falar das suas virtudes, da sua história, de realmente entender o outro no que tange todo o processo de desenvolvimento intelectual, social, político de um cidadão. De acordo com Paulo Freire "Escutar é obviamente algo que vai mais além da possibilidade auditiva de cada um. Escutar, no sentido aqui discutido, significa a disponibilidade permanente por parte do sujeito que escuta para a abertura à fala do outro, ao gesto do outro, às diferenças do outro.
Assim, eu como futuro profissional da educação, duvido que um professor que faça isso não tenha pelo menos uma boa relação com seus alunos, não saiba mais sobre eles, assim lidando mais oportunidades para atingir eles da melhor forma. Só que vocês ouviram que Paulo Freire disse ne? o sentido de escutar significa a "disponibilidade permanente" me fala, qual professor das escolas do estado querem ficar com essa disposição, ''permanente" ao aluno, todo o dia, não só ver o problema para ele, mas querer se aproximar com o aluno e entende-lo talvez é a melhor forma.
sábado, 26 de abril de 2014
"ESTAMOS CAMINHANDO É PARA GUERRA CIVIL"
Boa tarde leitores,
Assim foi minha manhã de sábado, após alguns exames de rotina, no Multiscan, em Vitória, ES, quando estou indo embora, tive que parar, observar, lembrei que estava com o celular, pensei, vou tirar umas fotos, sei que não vou salvar o mundo assim, mas quero que as pessoas também vejam, talvez se comovam na internet, para quem sabe ajudar, pensando no poder que pode ter com a solidariedade vindo da rede social, pois a meu ver, passar por ali e não fazer nada como estava acontecendo é que não farei.
Nesse contexto de humilhações que iremos viver? ai eu pergunto a você leitor, estamos andando para frente? nada está errado? é esse o nosso futuro? continuar o que fizeram nossos antepassados, deixar o país do jeito que está? sem renovar nada, sem reformar nada, sem mudar nada é isso mesmo? creio que não, desse jeito não podemos ficar, assim, nós estamos caminhando é para uma guerra civil.
Infelizmente, mas não podemos achar certo deixar três jovens, em pleno fim de semana, quase meio dia, dormindo que nem velhos bêbados, depois do trabalho, sendo que a informação que eu tive deles, da vendedora da loja ao lado, é que o trabalho deles, é pedir, assim não dá, a desigualdade é demais, enquanto uns estão no sábado em casa, com cinco televisões, sete celulares de última geração, três crianças não tem nem onde dormir, aliás, dormem que nem bichos, junto com ratos, sem expectativa para o futuro, a não ser, pedir mais, se humilhar mais, usar mais drogas, morrer a cada dia, sem saber nem o que está fazendo, mas fazer porque acham que para eles só existem essa alternativa, não, acho que o estado tinha que intervir.
Certamente essas pessoas que estão na foto, será muito difícil, eles não virarem ladrões, pessoas completamente excluídas da nossa sociedade, abandonadas pelo estado, pela sociedade civil, pelas empresas que sequer se juntam para tentar resolver esses problemas, mas a verdade é que quando eles, entram na casa de um rico e faz a festa deles, do jeito que eles aprenderam, destrói vidas e mais vidas, ai essas pessoas começam a mudar, ai eles começam a chamar a justiça, os órgãos responsáveis.
Bom, termino esse texto, no intuito de querer aproximar mais a nossa sociedade para as causas sociais, fazer se sensibilizarem com fatos como esses, que infelizmente são comuns, mas que não podemos, de maneira nenhuma achar isso normal, temos que ter atitude diante das situações, temos que ter coragem para enfrentar nossos problemas, pois afinal se queremos crescer, não somente nas notas das provas, porém, para ser sim, um verdadeiro cidadão, um profissional completo, da vida, temos que nos unir para criar a consciência coletiva, assim juntos, faremos a diferença.
PRAIA DO CANTO, BAIRRO NOBRE DA GRANDE VITÓRIA
Assinar:
Postagens (Atom)






Essa foto foi tirada por: TIAGO SOARES W.D.REY