quarta-feira, 17 de abril de 2013

MAIORIDADE PENAL BRASILEIRA. E QUANDO AS VÍTIMAS SOMOS NÓS?


Boa tarde Leitores,

Temos que admitir que além da estratégia da rede Globo com o programa da Fátima Bernardes, tendo em vista o mercado brasileiro das emissores, foi indiscutivelmente muito feliz pelo conjunto da obra, a apresentadora se encaixou muito bem na sua atividade, ou melhor na oportunidade que ela mesmo enxergou.

Hoje o tema abordado foi a questão da maioridade penal do país. Uma questão muito ampla diga-se de passagem, pois engloba várias questões com um cunho para os problemas sociais do nosso Brasil.

È fato, pois como foi discutido e entendendo os ambos os lados das diferentes realidades, a primeira coisa tem que se deixar claro, ninguém está certo ou errado, vivemos aprendendo com as experiências da vida, que felizmente ou infelizmente uma hora chega a cada um de nós e assim nos interessando quando nós somos a vítima.

De fato, a maioridade penal não é a única medida eficaz para o combate a essas tragédias como foi o assasinato do jovem em São Paulo. Mas penso que relacionando com o exemplo da questão do bolsa família, que muitos são contra, eu também sou contra, porém acredito que se não tivesse feito nenhuma medida para diminuir a pobreza, não estaríamos fazendo nada.

Assim, percebo que é inevitável ações de políticas públicas do governo para a nossa educação,  compreende-se ai melhores escolas,  como o Roberto Carlos mesmo disse, uma pessoa que passou pela Febem, viveu seus piores dias lá, pois ele não era visto como um cidadão “Roberto Carlos”, mas sim um número. Vejo que a pior coisa para uma pessoa que está em formação social como são os nossos jovens, as crianças e vale lembrar, pois estão também com muitos problemas socias, ou seja, sofrimento para viver na sociedade, temos que mudar o rumo da educação do nosso país.

Assim, dou total créditos as iniciativas de políticas públicas como foi o programa de Fátimas Bernardes feito pela emissora rede Globo de televisão. Acho que temos sim que conversar mas percebendo o nosso futuro com ações, como diz nosso sociólogo Zigymunt Bauman, “O nome do jogo é mobilidade, você só deve mudar quando as necessidade impelem, ou os sonhos o solicitam.“ Termino assim esse artigo, com esse grande filósofo e deixando uma reflexão para os nossos queridos leitores.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

REALIDADE DO FUTEBOL CAPIXABA, FASE OU ETERNIDADE?

Boa tarde leitores,

 Queria demonstrar minha satisfação com o futebol capixaba, sendo que vivemos no "país do futebol" e desde que nasci, nunca conseguir ser torcedor de algum time do Espírito Santo. Ai hoje vejo que não pode ser tão difícil fazer uma criança, com seus pais,sua família gostarem de ver o jogo do time que é da sua região, enquanto outros que não são daqui constroem lojas, "butique," ganham audiências com os capixabas, dos mais variados times e o nosso, sempre com olhar de desprezo para eles.

 Dessa forma, compreendo que o futebol capixaba não é um problema específico dos jogadores do Aracruz que são ruins pois empataram com o Joinville aqui no estado e se passarem dele vão pegar o Santos, que ja foi de Pelé e hoje é de Neymar e companhia. Acredito que muitos gostarariam de ver o Santos jogarem em Aracruz, ou se o desportiva não tivesse tomado uma virada de 1 a 4 contra o Figueirense, poderiamos correr o risco de ver Neymar jogando, mais turista no estado, mais festa e felicidade para o povo e o que é melhor, mais gosto do que é feito aqui, produção seja ela de qual tipo, infelizmente o que é nacional, vem acabando mesmo e minha indignidade está aqui, com nosso futebol capixaba. 

 Em suma, acho que o governo poderia olhar com mais carinho para o nosso esporte, investir mais nesses jogadores, criar mais campanha de publicidade, vendas, por exemplo, o governador poderia dar dinheiro para os jogadores da Desportiva caso eles conseguissem ganhar do Figueirense, acho que falta mais incentivo do nosso estado no esporte, no futebol, porque gostarmos de ser medíocre? acredito que temos potencial sim, pois se não o Aracruz não teria empatado com o Joinville, mas se nós acharmos que as coisas fluem do nado, isto é, se o estado, junto com a prefeitura, acham que o esporte tem que andar com as próprias pernas, se fosse assim tudo bem, não deveríamos nem estar discutindo esse problema aqui e agora, mas a realidade é que o capixaba têm muita baixo estima com o futebol daqui e infelizmente nesse setor, não vejo nehum político querendo mudar essa fase do futebol capixaba por exemplo, que está mais para eternidade.

terça-feira, 9 de abril de 2013

GERALDO ALCKMIN IGNORA DESEJO DE 73% DOS PAIS DE SP / INSITUTO ALANA

Governador vetou o PL 193/2008, que propõe a restrição da publicidade de alimentos não saudáveis dirigida às crianças entre às 6h e 21h nas rádios e TVs e a qualquer horário nas escolas.Decepção. Mesmo com pareceres jurídicos comprovando a constitucionalidade da lei, com o apoio de organizações como a OMS (organização mundial de saúde). Através do seu escritório regional, e com uma grande mobilização social, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, preferiu vetar o PL 193/2008, de autoria do deputado Rui Falcão (PT/SP) – decisão publicada em 30 de janeiro. Com isso, desconsiderou os resultados de uma pesquisa feita pelo data folha em que mostrou que 73% dos pais são favoráveis algum tipo de restrição na publicidade dirigida a criança A pesquisa foi realizada em 2010, com pais de crianças com idades entre 3 e 11 anos completos, de todas as classes econômicas. Os pais afirmaram que as crianças costumam pedir muitas coisas, influenciadas pela publicidade, e que os principais pedidos são de guloseimas, como balas, chocolates, bolachas e sorvetes. Quase 70% dos pais admitiram ser influenciados pelos pedidos dos filhos. Com o veto ao PL, Alckmin perdeu uma grande oportunidade de mostrar que seu governo prioriza o melhor interesse das crianças em detrimento de qualquer outro interesse, como determina inclusive a Constituição Estadual de São Paulo em seu artigo 277. Não aproveitou a chance de olhar de frente para o problema da obesidade infantil em São Paulo e de reafirmar o papel do Estado na proteção dos direitos e do bem-estar das crianças. Outro projeto, o PL 1096/2011, também aguarda sanção de Alckmin e versa sobre a proibição da venda de lanches atrelada à distribuição de brindes. Recentemente, a cidade do Rio de Janeiro aprovou uma lei semelhante – Florianópolis e Belo Horizonte também contam com legislação no mesmo sentido.

JOVEM INGERE POR ANO 26KG DE AÇUCAR / WWW.UOL.COM.BR

As crianças e os adolescentes brasileiros estão trocando o consumo de água e leite por bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos industrializados ou em pó - o que têm aumentado consideravelmente os casos de obesidade infantil, além dos riscos para o desenvolvimento de doenças antes observadas em adultos, como diabete tipo 2 e hipertensão. A constatação - que reforça a necessidade de mudanças de hábitos alimentares - está no primeiro estudo epidemiológico brasileiro que avaliou o consumo de bebidas entre crianças e adolescentes de 3 a 17 anos em cinco capitais: São Paulo, Rio, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife. A pesquisa, desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e do Instituto da Criança do HC, foi publicada no BMC Public Health. O Ministério da Saúde considera a obesidade infantil uma epidemia. Os dados mais recentes (referentes a 2009) indicam que uma em cada três crianças brasileiras entre 5 e 9 anos está acima do peso ou obesa. Os resultados da pesquisa são alarmantes. Mostram que, além de o leite e a água praticamente desaparecerem da dieta dos jovens, na média geral, as crianças e os adolescentes consomem cerca de 21 quilos de açúcar por ano só considerando as bebidas. A pesquisa indica, por exemplo, que um adolescente de 11 a 17 anos ingere cerca de 26 quilos de açúcar por ano com as bebidas - quase 45% a mais do que ele poderia consumir no período (18 quilos), considerando o açúcar presente em todo tipo de alimento, não apenas nas bebidas. "Estamos vivendo um fenômeno universal de aumento dos casos de sobrepeso e obesidade infantil. No Brasil, isso vem se acentuando nos últimos 20 anos, especialmente em decorrência da maior oferta de alimentos e das melhores condições econômicas das famílias", diz Cláudio Leone, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e um dos autores do estudo. Segundo o professor, muitas famílias substituem o refrigerante por sucos industrializados por considerarem mais saudável, sem ter ideia de que esse tipo de produto muitas vezes tem tanto açúcar ou mais do que uma latinha de refrigerante. "As mães acham que o fato de ter uma fruta estampada na embalagem significa que é saudável", diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Por ofensas em rede social, usuária é indenizada /FOLHA DE S.PAULO

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve indenização de R$ 15 mil por danos morais a uma usuária do Orkut por conta de comentários ofensivos que recebeu de uma mulher na rede social. O relator da 5ª Câmara de Direito Privado Fábio Henrique Podestá afirmou em seu voto que o conteúdo das mensagens postadas foram ofensivas à honra da usuária e, sobretudo, porque foi comprovado que o conteúdo partiu do computador da mulher acusada. "Não há como deixar de reconhecer que o conteúdo das mensagens efetivamente foram ofensivas, notadamente em consideração à terminologia adotada, que certamente colocou em dúvida a idoneidade pessoal e profissional da ré, além de induzir a erro por meio de prática criminosa", afirmou um dos desembargadores. Segundo o relator, o moderador de uma comunidade da rede social pediu para que a autora parasse de postar as mensagens ofensivas, mas como a ação já havia se consumado a indenização por danos morais deve ser mantida. "(...) o ambiente virtual é disponibilizado a milhões de usuários que, certamente, tiveram acesso aos comentários realizados, o que só potencializou a repercussão do dano causado", concluiu. O processo ocorreu na Comarca de Santos (72 km de São Paulo). A reportagem tentou contato com os advogados do caso, mas não obteve resposta.

sexta-feira, 8 de março de 2013

SERÁ QUE O ARTISTA RECONHECE O AFETO DO PÚBLICO?




Sinceramente, vou expressar minha opinião diante do caso de "Chorão" acho que se os artistas, cantores, jogadores, apresentadores, assim como qualquer profissão que exija que o cliente realmente acredite no que você quer passar, por exemplo: um médico quer ti passar um remédio que realmente é saudável e faz você emagrecer na medida certa, pois ele, com base em seus exames, constatou que o paciente está com obesidade mórbida, mas se o próprio médico é uma pessoa que não se cuida, como que o paciente irá acreditar nele? Bom, voltando ao caso do cantor chorão, acho que se ele soubesse que seu sucesso foi em função de muitos jovens, que muitos pré adolescentes acreditam ou acreditavam ne? Nas suas músicas, pois para mim, uma pessoa que vivia escrevendo música de amor, que incentivava tantos jovens a serem uma tal pessoa, com tais ideologias, acho que sim, principalmente se tratando de uma pessoa pública, como ele era, a mídia pesa mais, acho que se ele pensasse mais nessas pessoas, nas crianças, não faria o que fez, aliás como o caso do goleiro Bruno também, resumindo, na minha opinião, se realmente o artista reconhece a alegria do público e que isso seja recíproco jamais colocaria sua função como ídolo em vão.