sexta-feira, 13 de maio de 2011

Apresentação do autor do blog para o mercado capixaba.

Deixa eu me apresentar ne, depois de chegar na reta final da faculdade, 7º período, vejo a necessidade de me aproximar mais com o mercado de publicidade e propaganda com esse protótipo de cartão de visita para 2012. Percebi que nesses quases 4 anos de faculdade a importância no mundo contemporâneo das empresas terem profissionais aptos, capacitados a orientar nas suas missões e visões empresariais. Assim sendo, meu TCC para a conclusão do curso de comunicação social com habilitação e publicidade é " Como os Desenhos Animados afetam os Consumos de Brinquedos das crianças de 6 a 12 anos de idade do Bairro Parque Moscoso" pois me vejo na posição de compreender um dos públicos mais cobiçados pelo marketing porém sem levar as vezes em conta a responsabilidade social para lidar com seres que ainda não se formaram por completo e estão em processos de grande aprendizagem na construção de sua tragetória de vida.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Um boneco nazista de 800 reais apologia ao nazismo? / FOLHA DE SÃO PAULO 2 DE MAIO.

Loja vende boneco de nazista por R$ 800 e causa polêmica

DE SÃO PAULO

Bonecos articulados, com mudas de roupas e acessórios personalizados são comuns em lojas de todo o país.
Mas um trio em especial, à venda numa loja na rua da Consolação, centro de São Paulo, chamou a atenção por um diferencial polêmico: ser a representação fiel de Hitler e de dois outros oficiais da Alemanha nazista.
À venda no aniversário da morte de Hitler, dia 30 de abril, o que mais chamava a atenção era o boneco de Heinrich Himmler, chefe da polícia e figura-chave na organização do Holocausto.
Muito detalhado e realista, Himmler vem numa caixa com outras gravatas, um uniforme adicional e sapatos extras para serem combinados.
Os bonecos incomodaram a comunidade judaica. Alberto Zacharias Toron, advogado criminalista, diz que irá se colocar "à disposição da Associação Israelita para tomar as providências legais cabíveis para se apurar o crime de instigação racista, previsto em lei".
O dono da loja, Rodolfo Pranaitis, 24, formado em educação física, afirma que os produtos "são apenas a representação de figuras históricas". "Na própria caixa está escrito que é apenas um boneco e que não há a intenção de ofender as pessoas ou apoiar os crimes cometidos durante a guerra."
Ele diz ainda que não pretende tirar os bonecos da loja.
Himmler sai pela bagatela de R$ 799. Já Hitler, menos personalizável (não é possível trocar os sapatos ou a calça do ditador), custa R$ 599.
A loja conta ainda com bonecos de super-heróis e personagens de filmes.
Após analisar as fotos dos bonecos feitas pela reportagem, a Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), da Polícia Civil, informou que irá avaliar se a venda deles representa ou não algum tipo de apologia ao nazismo.

Veja o que a indústria de cigarro fez com drogas emagrecedoras FOLHA DE SÃO PAULO 2 DE MAIO

MAGREZA QUÍMICA: Pesquisa mostra como a indústria adicionou elementos químicos para que o cigarro reduzisse o apetite

MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO

Seis das maiores fabricantes de cigarro do mundo usaram ou fizeram planos de usar aditivos químicos em seus produtos para reduzir o apetite, de acordo com uma pesquisa feita por médicos da Universidade de Lausanne, na Suíça.
Os documentos citam o uso de anfetamina, efedrina, gás do riso e ácido tartárico, entre outras substâncias.
Anfetamina e efedrina são conhecidos redutores de apetite. Gás do riso suprime a fome ao alterar o sabor dos alimentos, segundo os autores. Ácido tartárico reduz a fome ao ressecar a boca. A pesquisa foi publicada na última edição do "The European Journal of Public Health", editado pela Universidade de Oxford.
A prática durou pelo menos 50 anos, de 1949 a 1999, ainda de acordo com o grupo de pesquisadores. O levantamento foi feito em documentos da própria indústria do cigarro. Os papéis se tornaram públicos por conta de uma ação dos EUA na qual as empresas foram condenadas por terem omitido os males provocados pelo fumo por 40 anos.
A ação resultou na maior indenização da história (cerca de US$ 220 bilhões ou R$ 346 bilhões) e na abertura de todos os documentos da indústria, por ordem judicial.

MULHERES
A vantagem do supressor de apetite para a indústria é que ele amplia uma característica do cigarro: a capacidade de reduzir a fome.
A estratégia deu certo: até hoje, muitas mulheres dizem que não vão parar de fumar porque engordariam. Não dá para saber se a prática continua, segundo Semira Gonseth, uma das autoras do trabalho.
"Precisamos de mais estudos químicos sobre os ingredientes do cigarro ou de uma lei que obrigue a indústria a revelar o que ela usa", disse Gonseth à Folha.
"Essa descoberta dos moderadores de apetite mostra que a indústria nunca teve ética para nada. Ninguém sabe que efeitos colaterais esses supressores podem ter", diz a médica Vera Luísa da Costa e Silva, que dirigiu a seção mundial de controle de tabagismo da OMS (Organização Mundial da Saúde) e é uma das maiores autoridades em tabaco no mundo.

FUMAÇA E PESO
O cigarro ajuda naturalmente a controlar o peso porque a nicotina diminui a ação da insulina, reduzindo a entrada de glicose nas células.
O efeito disso é a diminuição na sensação de fome, afirma Costa e Silva. O adição do supressor de apetite potencializa essas características.
O plano de incluir aditivos que diminuem a fome, segundo os documentos, visava conquistar novos consumidores: as mulheres.
Um documento da Philip Morris de 1965 explicita essa tática: "Se fôssemos capazes de desenvolver um cigarro muito mais "seguro' do que os existentes [...] e que agisse como um supressor de apetite, descobriríamos um novo mercado de fumantes".
Projeto de desenvolvimento de um Marlboro mais fino, voltado para mulheres, cita como característica desejável a "supressão de apetite".
É da Philip Morris, líder mundial no mercado de cigarros e fabricante do Marlboro, a maior parte dos documentos com referência a moderadores de apetite encontrados pelos pesquisadores.

PIPOCA
Questionada pela Folha, a empresa diz que não usa esse tipo de aditivo, mas se recusou a comentar o passado.
Um projeto do Pall Mall, cigarro popular nos anos 70, cita como aditivos a cafeína e a efedrina. Uma molécula patenteada para reduzir o apetite, a 2-acetilpiridina, que dá um sabor de pipoca ao cigarro, foi usada pela BAT (British American Tobacco, dona da Souza Cruz), Philip Morris e outras duas fabricantes.
A empresa inglesa, que controla a Souza Cruz, também usou ácido tartárico em cigarros, de acordo com os pesquisadores. Esse ácido resseca a boca e foi proibido de ser adicionado ao tabaco pela Justiça dos Estados Unidos em 1977.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Riscofobia o que é? / FOLHA DE SÃO PAULO 11 DE ABRIL

IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO

O médico Luis David Castiel trabalha em um prédio com janelas blindadas. É a Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, em Manguinhos, zona norte do Rio. "Chamam de faixa de Gaza."
Como epidemiologista, ele estuda os fatores associados à difusão ou à prevenção de doenças -os chamados fatores de risco.
O que é parte de seu cotidiano e objeto de estudo é também alvo de suas críticas.
Para ele, há uma visão quase catastrófica da saúde, que torna as pessoas reféns de prescrições, exames e hábitos impostos e restritivos.
De sua sala blindada, ele falou à Folha sobre os perigos de hipervalorizar o risco.






Folha - Não é contraditório um epidemiologista questionar o conceito de risco? Luis David Castiel - Hoje em dia, a gente tem que justificar o papel da crítica. A academia está se tornando um local produtivista, e a crítica atrapalha o bom andamento dos trabalhos e resultados. Estamos numa era, para usar o clichê, da medicina baseada em evidências.

E qual o problema com a chamada "evidência"?
Vou ficar meio pernóstico, mas tudo bem: a evidência parte de um pressuposto de que a realidade é uma coisa autônoma, definível e independente da gente. Há uma espécie de premissa que não é esclarecida. E há também uma produção de evidências que está diretamente ligada à produção de mercadorias: remédios, equipamentos...

O conceito de risco em saúde também tem esse lado?
Tem, ele cria uma indústria de avaliação de risco que vende segurança. Vi uma propaganda de uma companhia de seguros que dizia: "Vai que...". Quer dizer, vai que acontece, então você não pode relaxar, tem que ficar atento. Isso aumenta a ansiedade em relação ao risco, que gera o impulso para fazer algo, ter ou consumir algo que possa controlá-lo.

Esse é o principal problema das avaliações de risco?
Tem também um lado opressivo que me incomoda. Uma dimensão moralista, que rotula as pessoas que se expõem ao risco como displicentes e que, portanto, merecem ser punidas [pela doença], se acontecer o evento ao qual estão se expondo.
Estamos à mercê dessa prescrição constante que a gente tem que seguir. Na hora em que você traz para perto a ameaça, tem que fazer uma gestão cotidiana dela. Não há como, você teria que controlar todos os riscos possíveis e os impossíveis de se imaginar. É a riscofobia.

Há um meio do caminho entre a fobia e o autocuidado?
A pessoa tem que puxar o freio de emergência quando achar necessário, decidir até que ponto vai conseguir acompanhar todos os ditames da saúde.

E a valorização do estilo de vida saudável?
Parte da ideia de que você tem que estar atento para todos os perigos e segurar a onda, ou segurar "a franga", porque a proposta é uma vida contida em um contexto de muitas ofertas de risco. Você tem simultaneamente ofertas de prazeres gastronômicos e o discurso de contenção da alimentação saudáveis.

Quais as consequências?
A mais marcante é o grau de ansiedade que isso gera, que pode se manifestar de maneiras variadas.

Como, por exemplo, os distúrbios alimentares?
Sim, porque o distúrbio alimentar é um jogo entre a ansiedade e o controle. O jogo se manifesta em todas as esferas da vida. No Rio, onde eu moro, há a ansiedade da segurança. Esse episódio na escola de Realengo vai hipervalorizar isso, as pessoas vão querer o controle, cercar as escolas, não sei. É a ilusão da blindagem, mas você não pode blindar o seu corpo.

E quando surgem ameaças como o vazamento de radiação da usina no Japão?
Aí não tem jeito, é só pânico. As pessoas apostam tudo nos avanços tecnocientíficos, mas, quando você compra a tecnologia, o acidente vem junto. Quando acontece, reforça a ideia de que a gente pode ser contaminado tanto por dentro quanto por fora, e precisamos estar constantemente preparando nossas defesas para o que vier.

É um discurso de guerra?
Exatamente. E temos uma nova guerra, como a que foi criada pelo [ex presidente dos EUA] Bush, que é a guerra preventiva. Você não tem elementos claros sobre o perigo real, mas, na dúvida, faz uma intervenção. Na saúde, a vigilância constante, o excesso de exames criou uma nova categoria: a pessoa não está doente, mas não é saudável. Está sob risco.


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sutiãs com enchimento para crianças é normal? / FOLHA DE SÃO PAULO, 7 DE ABRIL

Depois das maquiagens e dos sapatos de salto, crianças ainda longe da pré-adolescência, na faixa dos seis anos, agora têm à disposição sutiãs com enchimento.
Lojas de departamentos passaram a vender peças para meninas com bojos que imitam o formato dos seios, conforme revelou a coluna Mônica Bergamo ontem.
Fábricas de Franca, no interior paulista, afirmam que passaram a produzi-los a pedido de mães cujas filhas disseram querer imitá-las.
Uma funcionária das lojas Pernambucanas da rua da Consolação, na região central de São Paulo, afirma vender cerca de 30 sutiãs infantis com enchimento por dia.
Ontem, no entanto, só eram encontradas peças com numeração a partir de 12. Segundo a Pernambucanas, os produtos com numerações menores foram retirados das lojas "por uma demanda do licenciador [a marca]".
Na Pernambucanas do shopping Aricanduva (zona leste de SP), Maria Helena Gomes, 40, e a filha, Ana Paula, 7, examinavam as lingeries. A menina usa o sutiã com bojo desde os seis anos de idade, mas só em casa, para brincar, diz a mãe.
"Como ela é miudinha e magrela, o peito chama muita atenção. Tenho medo de que zombem [fora de casa]."
Adriana Aparecida de Moraes Câmara, 38, deu a primeira peça a sua filha mais nova quando ela tinha cinco anos. Ela diz ter atendido a uma curiosidade da criança.
"Ela usou muito pouco, mais no começo, porque estava empolgada. É mais a curiosidade de ter um igual ao da mãe", afirma Adriana.
A venda dos sutiãs com enchimento para meninas tão novas reabre a discussão sobre a "adultização" precoce.
"Se até para os adultos o padrão estético desejado é inalcançável, imagina para as crianças, que não têm nada a ver com isso", observa a psicóloga da PUC-SP Maria da Graça Gonçalves.
Vestir criança como adultos, afirma a psicóloga, é deslocá-la da fase que ela deveria viver e jogá-la para um universo adulto.
É por esse motivo que a avó Juracilda Isidro, 52, negou o pedido de sua neta de quatro anos por uma peça com enchimento. "Ela disse: "Ah, vovó, eu quero um igual ao seu". Mas acho errado vestir criança como adulto."
Para a terapeuta sexual Fátima Protti, munir criança de sexualidade, através de maquiagem ou roupa de crescida, é lhe dar uma arma carregada que ela não sabe usar. "Passa longe da criança o sentido erótico por trás do que veste ou usa", afirma.
Diretora da Frelith Lingerie, empresa que fabrica peças para crianças, Sueli Maria Pereira Silva, 50, defende o seu produto.
Para ela, as peças são mais "uma brincadeira" do que algo para as meninas usarem no dia a dia.
(JULIANA COISSI, CHICO FELITTI e VANESSA CORREA)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O que é a indústria cultural?

A que está mais um dos assuntos que norteia o mercado de consumo, a indústria cultural, afinal o que é isso? existe no Brasil? dessa forma me preocupo em orientar sobre essa atividade bem articulada pela mídia e pelos conglomerados. Na percepção das crianças principalmente, mas que servem de grande ajuda a sociedade como um todo.  A indústria cultural se basea na mercantilização da nossa cultura, por exemplo, no Brasil nós sempre tivemos carnaval, as pessoas iam para as ruas e pulavam e dançavam não existia trio elétrico e nem o que hoje entendemos como carnaval aquele no sambão do Rio de Janeiro. Então o que a indústria cultural faz é valorizar um estilo de hábitos de um povo e transformar isso para o mercado ou seja para a venda de troca, agregando assim valores como de um produto como um relógio e perdendo o essencial que é a cultura, a origem do que se formou como exemplo o carnaval do Rio com suas marchinhas. Para se termos uma idéia irei transcrever um citação de Milton Santos sobre cultura:
O conceito de cultura está intimamente ligado ás expressões de autenticidade, da integridade e da liberdade. Ela é uma manifestação coletiva que reúne heranças do passado, modos de ser do presente e aspirações, isto é o delineamento do futuro desejado.(SANTOS,2000.) Assim sendo, uma das grandes preocupações dos países é com essa era da globalização, onde todo o fluxo do conhecimento é gerado rapidamente graças as tecnologias de ponta, a chegada das multinacionais com a abertura de mercado feito pelo ex presidente Fernando Collor de Melo e logo após o controle da inflação no governo de Itamar Franco e concluído pelo Fernando Henrique Cardoso aconteceu o que não existia aqui no Brasil quando nós tínhamos a ditadura como modelo do sistema militar brasileiro desde 1960. Temos hoje uma liberdade de consumir tudo que desejamos, bem diferente dos tempos de nossos pais, onde quase tudo era contado e não se sabia como poderia andar a economia no dia seguinte. lembrei um pouco da história do Brasil para que possamos realmente entender o que é de fato essa indústria cultural. Falarei um pouco agora dos autores que foram precursores dessa crítica a essa forma de capitalismo são eles o Horkheimer e Adorno em 1947 no texto a "Dialética do Iluminismo" criticaram a função dos meios de comunicação na sociedade. Diziam eles que a indústria cultural não contribuem para o aperfeiçoamento do gosto estético e sim promovem a degradação do gosto popular. Esses são os autores que estou me baseando para fundamentar o que estou escrevendo, temos também outros autores como Pierre Bourdie que possui um pensamento diferente dos dele, assim como Edgar Morin, convêm cita-los para que vocês entendam que não quero ser aqui o dono da verdade e dizer que isso é assim e ponto final, mas que minha opnião, meu raciocínio é mais para os sociólogos que criticam essa forma que eu considero tão violenta da produção do mundo moderno. No Brasil segundo dados do IBGE na década de 1980 produzia mais de 100 filmes por ano, era um dos países que mais produzia, tínhamos mais de 3 mil salas de cinema na década de 90 isso foi reduzido a metade e quase todos os filmes que os brasileiros viam 80% era de origem americana. Espero agora que posso ter esclarecido um pouco sobre esse assunto que acho tão interessante da esfera do consumo.

segunda-feira, 28 de março de 2011

"A experiência do videogame para aprender a usar um fuzil." / http://migre.me/48uUa (SITE UOL)

Os rebeldes líbios estão longe de ser um exército. De acordo com reportagem do jornal Washington Post, muitos não sabiam nem usar armas. Ayman Faraj Hasan al-Barady, por exemplo, teve de usar sua “experiência” com o videogame para aprender a usar um fuzil AK-47.


Tudo o que eu sabia é que precisava armar o fuzil e puxar o gatilho. Aprendi o que sei vendo filmes e também pelo Playstation”, revelou.

Barady, de 30 anos, decidiu se juntar aos rebeldes quando as forças de Gaddafi ameaçavam invadir sua cidade natal, Benghazi. Ele sabia que não teria tempo de treinamento

A força rebelde conta com a ajuda de oficiais que desertaram o exército de Gaddafi, mas não tem estrutura de comando ou organização com as armas e a munição. Além disso, é difícil controlar a ânsia por lutar contra o governo de voluntários mais empolgados.

Outro problema é a falta de armas e munição para todos. Os líderes tentam pressionar a força de coalizão para fornecê-los mais armamento.

Segundo o jornal, no leste do país, onde os rebeldes estão no comando, estudantes, engenheiros e todo o tipo de trabalhadores são vistos nas esquinas com rifles e baionetas, patrulhando as ruas como soldados.

No entanto, com quase 8.000 rebeldes mortos no front de batalha, os líderes do movimento de oposição tentam impor uma estrutura de hierarquia e disciplina em um exército que só existe há um mês. Os rebeldes já, até mesmo, escolheram um comandante. Trata-se de um antigo oficial do exército líbio, bastante respeitado por todos.